No design de jornais, por exemplo, a Infografia costuma ser usada para descrever como aconteceu determinado facto, quais as suas consequências, etc. Para além disso é capaz de explicar explicar, por meio de ilustrações, diagramas e textos, factos que o texto ou a fotografia utilizada não conseguiram detalhar com a mesma eficiência.
Também são úteis para cientistas como ferramentas de comunicação visual, sendo aplicados em todos os aspectos da visualização científica.
Uma das primeiras infografias mais conhecidas da história da Humanidade consiste no Estudo de Embriões realizado por Leonardo da Vinci, onde este, numa folha branca, não só escreveu texto relativo ao estado embrionário dum bebé, bem como ilustrou diversas fases do mesmo, conjugando assim imagem e texto e consolidando uma informação mais completa.
A infografia teve a sua importância e visibilidade aumentada na Guerra do Golfo. Havendo durante este período histórico uma escassez de fotografias, foi necessário apostar numa expressão gráfica mais contundente. O advento da interface gráfica a partir da chegada dos Macintosh e Windows 95 catapultou as possibilidades visuais no jornalismo.
Com a chegada de programas de interface gráfica para a criação de sites agregando multimédia e recursos visuais numa única plataforma, a infografia tornou-se, definitivamente, uma maneira eficiente de tratar a informação. Sites como elpais.es, na Espanha e G1, no Brasil têm secções específicas para o recurso visual em referência.
Com o aparecimento do Adobe Ilustrator em meados de 1995, tudo se tornou mais fácil devido ao desenho vectorial que este programa continha como aspecto revolucionário. Este foi um ponto de viragem importantíssimo na Evolução da Infografia que hoje em dia é largamente explorada. Vejamos alguns exemplos duma boa utilização da mesma.


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O próximo trabalho de DCV consistirá na realização duma Infografia. O tema escolhido por mim e pelo Eduardo Aranha foi o filme Inception.
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