quinta-feira, 2 de junho de 2011

Trabalho de Infografia - Memória Descritiva

O trabalho de Infografia realizado em parceria com Eduardo Aranha tinha como tema o filme Inception.

Sendo este um filme que gera bastante confusão e controvérsia quanto ao à sua interpretação e ao seu final, achamos que seria um tópico interessante para explorar as capacidades comunicacionais da infografia, podendo juntar imagens e texto numa página A4, auxiliando a percepção de um conceito ou fenómeno.

Começamos por fazer uma pesquisa de infografias já existentes com o mesmo tópico que as nossas. Seguem, assim, aquelas que achamos mais interessantes.






Como é fácil de perceber, existem várias formas de abordar o assunto. Em consenso, chegamos a uma distribuição gráfica distinta de todas as que tínhamos vistos e que achamos ser a melhor para abordar o tema do filme. Assim sendo, a nossa infografia consiste num círculo, dividido a meio, sendo que no topo se encontram a realidade e os quatro níveis de sonhos existentes no filme, e na parte de baixo os quatro “kicks” necessários para voltar à realidade.

Para uma melhor percepção de como a infografia deve ser interpretado, colocamos no centro uma seta circular, que nos indica onde tudo começa e onde tudo acaba, percebendo-se assim que da realidade passamos pelos diferentes sonhos e regressamos novamente à realidade percorrendo uma série de “kicks” pela ordem indicada.

Optamos, ainda, por colocar o LIMBO no centro do círculo, sendo este o local para onde as pessoas se deslocam quando morrem num dos sonhos em que entram. Está, assim, estrategicamente colocado num sítio em que está em contacto com todos os sonhos. Serve ainda de informação adicional o texto colocado na parte inferior da página.

Por fim, apostamos num fundo cinzento não vistoso. Sendo já a informação central massiva o suficiente, concordamos que o melhor a fazer seria ter um fundo esteticamente simples e eficaz. Afinal de contas, “you just want to get it!”, e para isso aconteça convém não distrair a atenção para o que realmente importa: o círculo da informação.

Eis o projecto final:

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Infografia - O que é?

Infografia é, de forma sucinta, uma representação visual de informação. Estes “gráficos” são usados quando a informação precisa de ser explicada duma forma mais dinâmica, como acontece por vezes no jornalismo ou em manuais técnicos, educativos ou científicos. É um recurso muitas vezes complexo, permitindo utilizar a combinação de fotografia, desenho e texto.

No design de jornais, por exemplo, a Infografia costuma ser usada para descrever como aconteceu determinado facto, quais as suas consequências, etc. Para além disso é capaz de explicar explicar, por meio de ilustrações, diagramas e textos, factos que o texto ou a fotografia utilizada não conseguiram detalhar com a mesma eficiência.

Também são úteis para cientistas como ferramentas de comunicação visual, sendo aplicados em todos os aspectos da visualização científica.
Uma das primeiras infografias mais conhecidas da história da Humanidade consiste no Estudo de Embriões realizado por Leonardo da Vinci, onde este, numa folha branca, não só escreveu texto relativo ao estado embrionário dum bebé, bem como ilustrou diversas fases do mesmo, conjugando assim imagem e texto e consolidando uma informação mais completa.


A infografia teve a sua importância e visibilidade aumentada na Guerra do Golfo. Havendo durante este período histórico uma escassez de fotografias, foi necessário apostar numa expressão gráfica mais contundente. O advento da interface gráfica a partir da chegada dos Macintosh e Windows 95 catapultou as possibilidades visuais no jornalismo.

Com a chegada de programas de interface gráfica para a criação de sites agregando multimédia e recursos visuais numa única plataforma, a infografia tornou-se, definitivamente, uma maneira eficiente de tratar a informação. Sites como elpais.es, na Espanha e G1, no Brasil têm secções específicas para o recurso visual em referência.

Com o aparecimento do Adobe Ilustrator em meados de 1995, tudo se tornou mais fácil devido ao desenho vectorial que este programa continha como aspecto revolucionário. Este foi um ponto de viragem importantíssimo na Evolução da Infografia que hoje em dia é largamente explorada. Vejamos alguns exemplos duma boa utilização da mesma.





O próximo trabalho de DCV consistirá na realização duma Infografia. O tema escolhido por mim e pelo Eduardo Aranha foi o filme Inception.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Trabalho de Cor - Memória Descritiva

Em mais um trabalho realizado em parceria com Eduardo Aranha, desta vez o objectivo final seria alterar três diferentes imagens através da cor, modificando o seu sentido, para explorar as potencialidades da cor enquanto elemento de comunicação visual.

A primeira imagem alterada pertence ao filme “Lovely Bones”. A imagem original permite visualizar uma rapariga, com uma paisagem iluminada pelo sol no fundo da imagem, que sorri para o horizonte. As cores alegres presentes na imagem, bem como a roupa e a expressão facial da rapariga exibem um sentido de felicidade iminente. O desafio proposto por nós seria, então, concentrarmo-nos no olhar dúbio da personagem, alterar as cores da imagem e conseguir tornar um ambiente colorido e alegre em algo sombrio e mórbido. Procedeu-se, então, ao escurecimento do céu, do cabelo e da relva, à mudança de cores do casaco e da camisa, ao avermelhar dos lábios e dos olhos e ao transformar da pele num tom pálido. Eis as versões original e final da imagem.





A segunda imagem alterada foi a capa do álbum “Black Clouds and Silver Linings” da banda Dream Theater. Originalmente, conseguimos visualizar um ambiente escurecido e sombrio, no centro do qual se encontra um pequeno rapaz, prestes a atravessar uma porta que o levará para o céu claro e iluminado pelo sol. Procedendo à alteração das cores da imagem, revertemos a situação, criando uma hipótese em que o inocente rapaz vislumbra o céu cinzento, estando já num local iluminado e azul.




Por fim, o filme “Orgulho e Preconceito” com a protagonista Keira Knightley foi alvo de alteração. Na imagem original vemos a protagonista a ler um livro num local repleto de características místicas, quase como se de um sonho pessoal se tratasse. O foco principal parece ser a expressão facial de Keira, que expressa uma calma invejável. Alterando toda a imagem para um registo preto e branco, mantendo apenas o livro colorido, conseguimos com que a atenção fosse agora totalmente concentrada no livro que a personagem carrega, demonstrando assim que a existência ou não de cor pode fazer toda a diferença na interpretação de um quadro. Basta lembrar o filme “A Lista de Schindler”, a preto e branco, onde aparece uma rapariga aparece vestindo uma roupa vermelha, único elemento que aparece a cores em todo o filme e que carrega um forte simbolismo.


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Cor - O que é e o que pode fazer?

Cor

A cor é uma percepção visual provocada pela acção de um feixe de fotões sobre células especializadas da retina, que transmitem informação para o sistema nervoso.
A cor de um material é relacionada com os diferentes comprimentos de onda do espectro electromagnético. Um objecto terá determinada cor se não absorver os raios correspondentes à frequência daquela cor. Por exemplo, um objecto é vermelho se absorver preferencialmente as frequências fora do vermelho.
A cor tem maiores afinidades com as emoções, daí que quanto maior a ligação a uma determinada cor, mais tendência temos para nos rodearmos dela, seja pelas boas vibrações que nos transmitem, pelo conforto ou até pela singularidade. O branco, por exemplo, está associado à paz, à tranquilidade e ao equilíbrio; o preto, ao luto, à tristeza, à magia e ao mistério; o amarelo à luz, energia, à vitalidade, ao optimismo; e por aí fora.



A cor, assim, quando utilizada numa imagem pode ser bastante apelativa e transmitir uma mensagem objectiva. Vejamos as seguintes imagens:





O objectivo do próximo trabalho de DCV é aproveitar as qualidades comunicativas da cor, pegar em imagens originais e alterá-las, de forma a que a mensagem original seja completamente modificada. Eis alguns exemplos de como isso pode ser feito.



segunda-feira, 4 de abril de 2011

Tipografia - Fernando Pessoa e os seus heterónimos

O segundo trabalho da disciplina de DCV está finalmente completo.

Este trabalho foi, mais uma vez, uma parceria entre João Gonçalves (eu) e Eduardo Aranha, ambos alunos da turma 1, e resumia-se à difícil tarefa de, apenas com a utilização de letras, realizar uma imagem.

Foram-nos dados três excertos de poemas, um de cada um dos três heterónimos mais conhecidos e estudados de Fernando Pessoa (Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis), e o objectivo era que conseguíssemos retratar, numa imagem, esse mesmo poema.

Como regras tinhamos:

1 - Deverão ser utilizadas 21 linhas de texto (Times New Roman, tamanho 12), nem mais, nem menos;
2 - As únicas letras que necessitam de ser legíveis são as que retratam o poema, que tem que estar escrito na composição visual.

De resto, seria apenas necessário dar asas à imaginação e fazermos das letras o que quiséssemos.

Comecemos por Alberto Caeiro:



As 21 linhas de texto foram utilizadas na parte inferior da imagem. As letras foram pintadas de duas cores diferentes que, juntas, retratam o horizonte em forma de campos de milho, árvores, natureza. O pôr-do-sol é representado pela letra C (primeira letra de "Caeiro"), que sofreu uma rotação de 90º. As cores foram minuciosamente escolhidas para representar a personalidade do sujeito poético, influenciada pela natureza e pela visão objectiva da realidade.

O poema foi escrito no interior do sol. O tipo de letra é pequeno e frágil, bem como a sua cor (cinzento claro), retratando as almas tristes de que o poema fala.
As passagens "que traçam linhas de coisa a coisa" e "(...)desenham paralelos de latitude e longitude" foram pretexto para acrescentar simetria ao restante poema, utilizando as linhas como continuação das letras o que revelou ser uma excelente adição visual à composição final.

De seguida, Álvaro de Campos:



Álvaro de Campos é o heterónimo de Fernando Pessoa conhecido pela sua paixão às máquinas, às rodas, engrenagens, motores, etc. Esse facto foi aproveitado, como é fácil reparar, pela criação de duas engrenagens com a utilização das 21 linhas, bem como o texto original disposto de forma circular pela imagem.

Uma excelente adição ao trabalho foi a passagem "r-r-r-r-r-r-r eterno!". Na imagem final, os "r-r-r-r-r-r-r" tão importantes na compreensão do poema têm um enfase especial, visto serem o único elemento colorido da imagem, o que chama imediata atenção (para além do facto de estarem no centro). Isto foi feito através da transformação de faíscas, produto natural das engrenagens.

Concluíndo, Ricardo Reis:



Tendo os dois primeiros trabalhos sido mais abstractos, achamos por bem que o último, para ser um pouco diferente, fosse totalmente descritivo. O poema dá-nos a imagem de uma pagã triste, com flores no regaço, em frente a um rio, e foi precisamente isso que nos propusemos a fazer.

Foi tirada uma fotografia a uma colega, à qual desde já agradecemos, editada no Photoshop com a introdução de um ramo de flores, tudo para que pudéssemos ter uma imagem de referência para a realização da silhueta feminina. Bastou acrescentar 4 linhas curvas de cor azulada e o poema (com o pormenor de uma lágrima na palavra "triste") para que a imagem ficasse completa, a nosso ver.

Conclusão:

Foi um trabalho deveras interessante, realizado com a utilização de um programa que nos era desconhecido (Macromedia Freehand), o que nos possibilita um crescimento na área audiovisual, não só em termos técnicos como em termos de ideias, sendo que realizamos algo que nem imaginávamos poder ser feito (a arte da tipografia era-nos desconhecida!).

quarta-feira, 30 de março de 2011

Tipografia - Composição Tipográfica

A tipografia (do grego typos — "forma" — e graphein — "escrita") é a arte e o processo de criação na composição de um texto, física ou digitalmente. Assim como no design gráfico em geral, o objectivo principal da tipografia é dar ordem estrutural e forma à comunicação impressa.

Uma composição tipográfica deve ser especialmente legível e visualmente envolvente, sem desconsiderar o contexto em que é lido e os objectivos da sua publicação. Em trabalhos de design gráfico experimental os objectivos finais extrapolam a funcionalidade do texto, portanto questões como legibilidade, nesses casos, podem acabar por ser relativas.

No uso da tipografia há uma escolha adequada de fontes tipográficas, composição (ou layout) de texto, sensibilidade para a cor do texto e a relação entre texto e os elementos gráficos na composição gráfica. Todos esses factores são combinados para que o “layout” final seja apropriado ao conteúdo abordado.

Por muito tempo o trabalho com a tipografia era limitado aos tipógrafos (técnicos ou designers especializados), mas com o advento da computação gráfica a tipografia ficou disponível para designers gráficos em geral e leigos. Hoje qualquer um pode escolher uma fonte (tipo de letra) e compor um texto simples num processador de texto.

A composição tipográfica pode ser utilizada para comunicação de uma ideia através da construção de uma imagem. É isso que será abordado no próximo trabalho da disciplina.

Algumas das tipografias mais conhecidas são:
* Arial
* Bodoni
* Comic Sans MS
* Frutiger
* Futura
* Garamond
* Gill Sans
* Helvetica
* Times new roman
* Univers

Ficam aqui também alguns exemplos de composições tipográficas:





quinta-feira, 17 de março de 2011

Trabalho DCV (Play The Game - Queen) - Memória Descritiva

Memória Descritiva

O primeiro trabalho da disciplina, realizado com Eduardo Aranha, está finalmente realizado. Eis uma lista das ideias que tivemos ao longo destas 4 semanas de aulas, culminando no projecto final.

1ª ideia - Consistia em colocar a imagem de um cérebro, dentro do qual estaria um homem a descansar, ilustrando o verso "rest your weary head". Nesta altura surgiu também a imagem de um homem a fumar um cigarro, retratando o verso "light another cigarette and let yourself go". Esta ideia provou ser inviável, tendo sido eliminada.

2ª ideia - A palavra sublinhada "heart" entrou em jogo nesta segunda ideia, tornando-se o centro do nosso projecto. A confusão em que a mente se encontra na primeira parte da música foi também retratada através duma imagem de fundo que, metaforicamente, apresenta uma quantidade enorme de fios entrelaçados. Eis uma imagem protótipo realizada na altura.



3ª ideia - A imagem acima representada não nos satisfez, assim sendo, tivemos necessidade de alterar o projecto. A imagem de fundo manteve-se, com uma pequena alteração de cor, representando, como já foi referido, a confusão da mente numa fase inicial, mente esta que necessita de descansar (de facto, o homem apresenta-se em robe, o que demonstra a vontade de adormecer do mesmo). Regressa a ideia do homem a fumar ("light another cigarette and let yourself go"), e a parte principal do trabalho é o facto de que o fumo do tabaco se transforma em fogo, construíndo um coração de fogo (o que incita à mensagem principal da letra, "play the game of love").

Aqui fica, então, a versão final do trabalho, em versão Capa de CD e em versão CD, respectivamente.



Play The Game - Queen

A música "Play The Game" dos Queen foi a música escolhida para a realização, em parceria com Eduardo Aranha (aluno do mesmo curso, turma 1, 1º ano). Aqui ficam, respectivamente, a letra e a música a que me refiro.



Open up your mind and let me step inside

Rest your weary head and let your heart decide

It's so easy, when you know the rules

It's so easy, all you have to do is fall in love

Play the Game, everybody,

Play The Game of Love.


When you're feeling down and your resistance is low

Light another cigarette and let yourself go

This is your life, so don't play hard to get

It's a free world, all you have to do is fall in love

Play the Game, everybody,

Play The Game of Love


My game of love has just begun,

Love runs from my head down to my toes,

My love is pumping through my veins,

Driving me insane, oh, oh,

Play The Game (4x)


This is your life, so don't play hard to get

It's a free world, all you have to do is fall in love

Play the Game, everybody,

Play The Game of Love.



Tendo-nos sido pedido para sublinhar 7 palavras importantes que nos ajudassem na realização do projecto, as escolhidas foram Mind, Head, Heart, Cigarette, World, Love e Veins, devido ao seu elevado protagonismo na letra.

sábado, 12 de março de 2011

Elementos Básicos da Comunicação Visual

O Ponto

O ponto é a unidade de comunicação visual mais simples e minimalista. Os pontos podem estar espalhados ao acaso num campo visual ou ordenados. Quando interligados (ordenados), são capazes de dirigir o olhar e, se em grande número ou por fenómeno de justaposição, criam a ilusão de tom ou de cor, conferindo, movimento, estabilidade, estímulo, tensão a qualquer composição.





A Linha

Desde os tempos pré-históricos que o homem tem observado a linha e se serviu dela para transmitir as suas mensagens. As pinturas rupestres, as figuras gravadas na rocha, os gravados em utensílios de cerâmica, comprovam a sua aplicação desde há muitos, muitos anos atrás. Quando os pontos estão tão próximos entre si que se torna relativamente impossível identificá-los individualmente, aumenta a sensação de direcção e a cadeia de pontos transforma-se num outro elemento - a linha. A Linha é assim um conjunto de pontos que juntos conferem uma direcção.



Direcção

Na comunicação visual são conhecidas três direcções básicas:
• horizontal, vertical
• diagonal
• curva
A direcção horizontal é paralela ao horizonte, sendo a vertical perpendicular com esta. São as linhas mais naturais de imaginarmos. A linha diagonal é uma linha recta com um ângulo diferente de 0º (horizontal) ou 90º (vertical). A curva refere-se ao conceito curvilíneo que podemos ver, por exemplo, num círculo.



Forma

Na comunicação visual existem três tipos de formas principais: o quadrado, o triângulo equilátero e a circunferência.

O quadrado é composto por linhas horizontais e verticais e é um rectângulo cujos lados têm o mesmo comprimento. O triângulo equilátero é formado por três lados iguais e forma três ângulos de 180º. A circunferência é a linha curva fechada que delimita um círculo, ou seja, o seu interior.

Estas três formas são a base de todas as outras formas que conhecemos.



Cor

A cor é uma percepção visual provocada pela acção de um feixe de fotões sobre células especializadas da retina, que transmitem informação para o sistema nervoso.
A cor de um material é relacionada com os diferentes comprimentos de onda do espectro electromagnético. Um objecto terá determinada cor se não absorver os raios correspondentes à frequência daquela cor. Por exemplo, um objecto é vermelho se absorver preferencialmente as frequências fora do vermelho.
A cor tem maiores afinidades com as emoções, daí que quanto maior a ligação a uma determinada cor, mais tendência temos para nos rodearmos dela, seja pelas boas vibrações que nos transmitem, pelo conforto ou até pela singularidade. O branco, por exemplo, está associado à paz, à tranquilidade e ao equilíbrio; o preto, ao luto, à tristeza, à magia e ao mistério; o amarelo à luz, energia, à vitalidade, ao optimismo; e por aí fora.



Textura

A textura é um elemento visual que serve, frequentemente, como um "substituto" para as qualidades de um outro sentido, o tacto. É possível apreciar e reconhecer a textura tanto através do tacto como da visão, ou até mediante combinação de ambos.
A textura baseia-se, essencialmente, naquilo que vislumbramos ou tocamos, todavia, quando conjugada com a visão é altamente eficaz porque a visão permite a percepção visual e sensorial de uma qualquer textura, apenas através da memória visual e sensorial que possuímos. Só de olhar, conseguimos adivinhar se algo apresenta características rugosas, ásperas, suaves, delicadas, irregulares, niveladas, molhadas, etc.



Dimensão

O conceito de dimensão está presente no mundo real, em formatos visuais bidimensionais, como o desenho, a pintura, a fotografia, o cinema e a televisão, mas em nenhum destes elementos essa dimensão é real estando apenas implícita. O conceito de dimensão, pode ser conseguido através de artifícios como a perspectiva ou a utilização da luz e da sombra.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Introdução

Este blog será utilizado para a cadeira Design e Comunicação Visual (DCV), referente à Licenciatura em Ciências da Comunicação: Jornalismo, Assessoria e Multimédia. Ao longo do segundo semestre do 1º ano, no decorrer desta disciplina, serão leccionados termos e efectuados trabalhos que serão colocados neste blog, como forma de registo da aprendizagem. O primeiro trabalho consistirá na realização de uma capa de um CD, usando o software Photoshop CS5 da Adobe, sendo este trabalho referente à letra de uma música à escolha do discente.

Sem mais de momento,

João!